terça-feira, 23 de janeiro de 2018

VERTIGO


VERTIGO - 1990

Entre outros, Black Sabbath ("NIB"), Juicy Lucy ("Who Do You Love"), Colossuem ("The Kettle") e Rod Stewart ("Street Fighting Man").

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

PRETTY WOMAN


EMI - edição portuguesa (1990)

Inclui a versão 90 de "Fame", de David Bowie, John Lennon e Carlos Alomar.

HONEYMOON IN VEGAS


SONY MUSIC - 1992

Excelente banda sonora com excelentes versões como "All Shook Up" e "Heartbreak Hotel" (Billy Joel), "Love Me Tender" (Amy Grant), "Are You Lonesome Tonight?" (Bryan Ferry), "Suspicious Minds" (Dwight Yoakam), "Hound Dog" (Jeff Beck), "Jailhouse Rock" (John Mellencamp), "Can't Help Falling In Love" (Bono).

domingo, 21 de janeiro de 2018

TOM CRUISE


MCA RECORDS - 1989

Banda sonora do filme "Born On The Fourth Of July", de Oliver Stone, com "A Hard Rain's A Gonna Fall", de Bob Dylan, mas por Edie Brickell, "Born On The Bayou", dos Creedence Clearwater Revival, mas por Broken Homes, "American Pie" (Don McLean), "My Girl" (Temptations), "Soldier Boy" (Shirelles).

PLAYING FOR KEEPS


PARLOPHONE - 1986

Inclui "Stand By Me", por Julian Lennon.

sábado, 20 de janeiro de 2018

CLASSIC SOUL 1964


CONNOISSEUR COLLECTION - 1989

Os grandes clássicos como Aretha Franklin, Betty Everett, Dixie Cups, Bessie Banks, Etta James, Impressions, Soul Sisters, Irma Thomas...

Isto é que eram colectâneas...

WILD AT HEART


LONDON RECORDS - 1990

Banda sonora de "Wild At Heart", de David Lynch, com Angelo Badalamenti ("Cool Cat Walk" e "Dark Spanish Symphony), Nicholas Cage ("Love Me" e "Love Me Tender"), Them ("Baby Please Don't Go"), Chris Issak ("Wicked Game")...

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

SOPHISTICATED LADIES


CONNOISSEUR COLLECTION - VSOP LP 102 - 1987

Doris Day, Billie Holiday, Peggy Lee, Judy Garland, Rosemary Clooney, Bessie Smith, Marlene Dietrich, Aretha Franklin, Sarah Vaughan...

LONG LIVE VINYL


Long Live Vinyl, issue 11, February 2018, 11,50 €

Em 2018, ainda há revistas - e carismáticas - que publicam a discografia dos Beatles!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

FRANÇOISE HARDY


DISQUES VOGUE- EPL 8411 - 1965

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

MORREU HOJE MADALENA IGLÉSIAS


Madalena Iglésias morreu hoje numa clínica em Barcelona, onde estava internada. Tinha 78 anos e vivia em Espanha.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

MORREU VOCALISTA DOS CRANBERRIES


Morreu hoje em Londres a vocalista dos Cranberries, Dolores O'Riordan, de causas ainda não completamente apuradas. Tinha 46 anos.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

PEDRO BANDEIRA FREIRE


Profissom (1982)

Lado A

Minha Quinta Sinfonia

Lado B

Ondas de Verão

Não é nada estimulante, motivos vários, a ideia que tem sobre Paco Bandeira.

Os motivos, agora, pouco importam, o cantor, apenas, aqui vem por mor de outra referência: Pedro Bandeira Freire.

Eram grandes amigos, ao ponto de o Pedro, ter comprado, em Andorra, um motor para o seu barco Providence que tinha em Sesimbra, e serviu-se da amabilidade de um tio do Paco Bandeira que era guarda-fiscal, em Badajoz-à-vista, para o passar à sorrelfa.

A semana passada, os passos quotidianos, a caminho de uma consulta médica em Entrecampos, fizeram-no descer a avenida dos Estados Unidos.

Ia a meio a caminhada quando lembrou a rua Flores do Lima, mesmo ali ao lado, o seu número 16, onde outrora foi o Quarteto, uma brilhante ideia de Pedro Bandeira Freire, não tendo habilitações para fazer alguma coisa de útil (o mesmo é dizer que não sabia nada de nada), dedicou-se a fazer um pouco de tudo.

Quatro Salas, Quatro filmes, mas uma noite houve em que as quatro salas exibiram o mesmo filme: All that Jazz, de Bob Fosse.

Boa parte da sua vida de cinéfilo tem a ver com o Quarteto, enquanto a grande parte tem a ver com os piolhos que existiam em redor da rua onde nasceu: o Cine-Oriente, o Royal, o Lys, o Rex, o Imperial, o Max.

Ia o passado ano nos primeiros meses quando a Lusa deu a notícia que onde tinha existido o Quarteto, iria nascer um cimentão qualquer destinado a escritórios.

Nos nossos cinemas, ou no que resta dos nossos cinemas, se me quiser fazer entender, para lembrar um início de crónica do João Bénard da Costa

Resolveu ir dar uma olhadela.

 Efectivamente, aquilo é agora um estaleiro de obras.

Terá que lá voltar para fazer um boneco, a história também se faz de pequeninas coisas e loisas.

Agora fica-se pela capa do disco, acrescentando que A Minha Quinta Sinfonia tem letra de Pedro Bandeira Freire e música de Paco Bandeira.

E de que é feita uma cantiga? Todos os que se lembram sabem que qualquer cantiga é feita da mesma matéria com que são feitos os sonhos da mesma matéria que nas palavras do Bogart era feito o Falcão de malta e de que o imortal Shakespeare já tinha falado. E também nascem como os sonhos. Nunca se sabe quando, como ou por onde começam e onde depois vão desguar. Um mistério, Pedro Bandeira Freire dixit, em Entrefitas e Entretelas.

Quando me lembro quem eras
Desse corpo que foi nosso
Desse amor que não deu certo
Era o tempo das quimeras
Das palavras em silêncio
Quando o mais longe era perto
Tinhas nos olhos a esperança
Os desejos de aventura
As ilusões que eram minhas
Nos momentos de ternura
Tinhas nos seios a graça
Das primaveras que tinhas
E foste a música que em mim ficou
Quando a distância nos fez separar
Ando louco para te encontrar

Foste a quinta sinfonia
Fuga da nossa verdade
Sonata tocada em mim
Foste o meu sol afinado
Neste samba de saudade
Vinicius, Nara e Jobim
Foste verso de balada
Foste pintura abstracta
Meu bolero de Ravel
Foste música sonhada
Numa canção de Sinatra
Com um poema de Brel
E foste a música que em mim ficou
Quando a distância nos fez separar
Ando louco para te encontrar

Foste estrela de cinema
Minha dama de Xangai
Hiroxima meu amor
A minha grande ilusão
Eras fúria de viver
Quanto mais quente melhor
Grande amor da minha vida
Senso, silêncio, paixão
Buñuel, Fellini, Troffaut
Foste luzes da ribalta
Música no coração
E tudo o vento levou
E és ainda o que me faz sentir
Dentro da vida p'ra te cantar
Ando louco para te encontrar…

Texto: Gin-Tonic

domingo, 7 de janeiro de 2018

MORREU FRANCE GALL


France Gall morreu hoje, tinha 70 anos, de cancro da mama.

Não era especialmente fã, mas era uma cara linda do ié-ié francês.

O DIA SEGUINTE


Este anúncio foi publicado no jornal Público.

Desconhece a data de publicação, mas admite que seja inícios da década de 90.

O tempo em que, por esta altura do ano, depois do Dia de Reis, as ruas apareciam repletas de árvores de Natal.

O tempo em que as árvores de Natal ainda não se tinham convertido em crime ecológico.

O tempo em que a Câmara de Lisboa dizia aos lisboetas como deviam proceder para que as árvores de Natal pudessem ser recolhidas.

 O tempo…

Depois as árvores de plástico, made in China , entraram portas dentro para durar até ao fim dos nossos dias.

Oh! Vó conta aquela da árvore de Natal que não cabia em casa.

E a Aida, todos os natais, conta que foi com a cunhada a Sapadores comprar um pinheiro de Natal e chegando a casa, verificaram que não cabia na sala e voltaram a palmilhar toda a avenida General Roçadas até Sapadores para trazerem uma árvore mais pequena e, no regresso, pararam na Leitaria do Senhor Falcão, vulgo cara às riscas por, fraquezas do fígado, ter a cara malhada, para um galão e um bolo de arroz.

Texto: Gin-Tonic

sábado, 6 de janeiro de 2018

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

RAY THOMAS MORREU HOJE


Imagem de Rato Records.

Ray Thomas, que foi dos Moody Blues, morreu hoje, vítima de cancro na próstata. Tinha 76 anos.

CORTIÇO


Cortiço, rua Augusto Hilário, 45, Viseu - 916 461 576

Lentamente, lá vai indo ao que já foi: um dos melhores restaurantes do País.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

QUEBRA-MAR


Restaurante Quebra-Mar, praia do Pedrógão (Leiria) - 244 111 758.

O melhor robalo grelhado que alguma vez comi!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

CONCERTO DE ANO NOVO


SONY - SK 45808

New Year’s Concert 1990

Em 1990, o Concerto de Ano Novo da Orquestra Filarmórnica de Viena foi conduzido por Zubin Mehta.

 O deste Novo Ano foi conduzido por Riccardi Muti.

Ao longo dos tempos, o pai foi um atento espectador das transmissões televisivas dos Concertos para Jovens,  de Leonard Bernstein, dos Concertos Promenade, transmitidos  do Royal Albert Hall, dos Concertos de Ano Novo da  Orquestra de Viena.

Dos Concertos Promenade gostava particularmente da última noite, onde infalivelmente, aparecem a Marcha de Pompa e Circunstância, de Elgar, o Rule, Britannia e Jerusalém, com toda a sala a cantar em coro.

Nunca conseguiu encontrar um disco, ao vivo, de uma das últimas noites dos Proms, mas ouvia, com regularidade, a Marcha de Pompa e Circunstância.

Lembra-se do dia em que  telefonou a dizer que comprara o disco do Elgar, na Discoteca Melodia, e que isso merecia uma garrafinha.

 Comovia-se com os Concertos de Ano Novo, principalmente quando o maestro se dirigia ao público, na Grande Sala do Musikverein, cheia de glamour e arranjos de flores, e aos milhões de espectadores espalhados pelo Mundo, gritava o seu Prosit Neujahr, a habitual saudação de Ano Novo e acompanhava com júbilo as palmas na Radetzku March.

 Nos anos em que, juntamente com pai, via o concerto, lá estava ele a informar que os bilhetes para o concerto do ano seguinte esgotavam logo nos primeiros dias de Janeiro.

 Numa velha entrevista do António Lobo Antunes, ele dizia:

Eu vejo sempre o concerto de Ano Novo, com música do Strauss, e comovo-me ate às lágrimas.

Texto: Gin-Tonic

SIR RINGO STARR


Ringo Starr foi hoje feito Sir.

Já merecia, há muito!

A secção rítmica dos Beatles, os únicos vivos, são agora ambos Sir, Paul e Ringo (por ordem alfabética).

Parabéns!

domingo, 31 de dezembro de 2017

AULD LANG SYNE


Este salto, sem rede, no vazio incógnito do novo ano.

Chame-se-lhe raiva no desejo e na alegria de transformar as coisas que estão mal.

Chame-se-lhe futuro.

Chame-se-lhe o novo ano.

De tal forma que os melhores votos de Ano Novo que podemos hoje formular sejam o desejo de que o futuro nos dê algo que desejar.

Sophia Mello Breyner Andresen sempre se admirou por as pessoas celebrarem a passagem do ano, dizia ela, que o ano está sempre a passar.

Há quem nunca deseje bom ano a ninguém, afirmam que dá azar.

E depois há a velha sabedoria que nos diz que os anos só são novos enquanto os novos somos nós.

Num solene adeus a um qualquer ano velho, o poeta inglês Robert W. Service lembrava que o seu cachimbo estava apagado, o copo vazio, comboios atravessam as noites.

Que virá a seguir?

O que for será, como canta a Doris Day

Se viram um amável filme do realizador Rob Reiner, em que Nora Ephron mete a sua distinta colherada,  protagonizado por Meg Ryan e Billy Cristal, When Harry Meet Sally, o filme em que Meg Ryan, com o molho à parte, simula um orgasmo em pleno Katz's Delicatessen, esmerado restaurante de Manhattan e, finda a performance, a cliente da mesa ao lado, que aguardava para fazer o seu pedido, volta-se para o empregado e diz: quero o mesmo que aquela senhora,  certamente lembrar-se ão que, quase no final do filme, quando, numa festa de fim de ano, Harry reencontra Sally, começam a ouvir-se os acordes de «Auld Lang Syne», e Henry diz que nunca entendeu o significado da canção pois a canção diz que os velhos conhecidos devem ser esquecidos ou que se os esquecemos devemos recordá-los mas como recordar se já os esquecemos?

Sally não tem resposta mas, sorrindo, acaba por lhe dizer: seja o que for é uma canção sobre velhas amizades.

Chegamos a bom porto: velhas amizades.

Lembrar os que já não estão connosco, com os que estão, celebrar a amizade, sempre, enquanto não chega a hora do adeus.

Fará isso e aproveita para desejar aos ié-ié-viajantes uma viagem tranquila pelos novos dias de mais um ano.

Mas não queria sair sem lembrar a velha tia que repetia sempre os mesmos votos de Ano Novo:

Não se pede grande coisa: trabalho e saúde...

Texto: Gin-Tonic

PABLO MILANÉS


MOVIEPLAY - SP-20.158 - edição portuguesa (1974)

Pobre Del Cantor - Campesina

sábado, 30 de dezembro de 2017

ALVIN LIVES


MIDNIGHT MUSIC - 1990

Não me recordo por que comprei este LP, mas custou-me 1.900$00 em Portugal.

Provavelmente por causa das versões: "Chirpy Chirpy Cheep Cheep" (Lush), "My Sweet Lord" (Five Thirty), "Bohemian Rhapsody" (Cud), "Kung Fu Fighting" (Robyn Hitchcock), "Make Me Smile" (Wedding Present), "Wand'ring Star" (Perfect Disaster).